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Danço a dança da escrita, es(qu)crev(c)endo, não lembro o que ia falar, meus dedos livres nas teclas quadradas dessa noite sem fim, desse tédio imenso, dessa vida sem graça, nesse mundo tão cinza. Sambam os dedos na luz dessa tela, o toque da tecla, o som do teclado, o mesmo marasmo, a mesma vidinha, solidão…